O desafio na gestão de pessoas

O desafio na gestão de pessoas

O DESAFIO NA GESTÃO DE PESSOAS

A cada dia que passa as empresas compreendem que o talento humano é um dos recursos mais valiosos presentes em uma companhia e um dos grandes desafios atuais da área de Gestão de Pessoas é o de gerar um sincero comprometimento do colaborador com a organização. Diante deste entendimento, este presente artigo procurará discutir de forma sucinta os novos caminhos traçados pelos profissionais da área de RH diante dos novos desafios encontrados na tarefa de administrar pessoas e, em especial, a descoberta da importância do papel do Líder na formação de equipes competentes e comprometidas com os resultados. Para tanto, através de pesquisa bibliográfica, será apresentada uma breve história dos caminhos recentes percorridos pela área de Gestão de Pessoas na busca do desenvolvimento de seus colaboradores, em seguida será abordada a importância da execução de uma liderança ativa nas organizações e como os líderes estão buscando desenvolver o talento presente em suas equipes. Por último será exposto a nova tendência adotada pelo mercado com a figura do líder coaching, quem vem servindo como auxílio às empresas na formação destes novos líderes organizacionais.

INTRODUÇÃO
Tanto as grandes quanto as pequenas empresas já perceberam que o recurso mais importante e concorrido dos dias atuais é o talento humano. A diferença entre o sucesso e o fracasso empresarial passou a ser determinado pela forma como as organizações selecionam, treinam e gerenciam seus colaboradores. E este é o objetivo fundamental da área de Recursos Humanos de uma empresa, guiar o processo pelo qual as organizações desenvolvem seu capital humano com o intuito de aumentar sua competitividade, propondo uma perfeita interação dos profissionais com o sistema e os resultados do negócio.

Gestão de Pessoas é uma expressão muito comumente utilizada pelos especialistas nos dias atuais, servindo para designar a área que lida com as pessoas em uma empresa, no entanto sua responsabilidade é muito maior do que simplesmente cuidar da contratação e treinamento dos funcionários. A área de RH tem sido vista como estratégica, pois ela deve saber aonde a empresa quer chegar para poder contratar profissionais a altura dos anseios da corporação. Considerada a porta de entrada de uma empresa, é ainda responsável pela integração do trabalhador ao ambiente de trabalho.

Mussak, (2010) define o Gestor de Pessoas como o responsável pela função gerencial que visa a cooperação das pessoas que atuam nas organizações para o alcance dos objetivos tanto organizacionais quanto individuais, buscando assim um melhor desenvolvimento e aproveitamento do potencial humano e com isso conseguir captar esse potencial pensante e empreendedor a favor da empresa.

Sendo assim, iniciaremos o presente texto abordando um pouco da história evolutiva da área, como se deu o seu progresso ao longo das décadas e como a sua importância cresceu nos dias atuais. Pois, mais do que contratar mão-de-obra, a área responde pelo crescimento e desenvolvimento do profissional.

Artigo por Vanessa Aparecida de Almeida – Retirado do site www.portaleducacao.com.br

4 seriados para quem deseja ser um empreendedor

4 seriados para quem deseja ser um empreendedor

4 seriados para quem deseja ser um empreendedor

Copyright: Lolostock – Retirado do site

E quem foi que disse que empreendedores não possuem tempo para assistir televisão?

Todos merecem um momento de descanso e lazer, e se você é um empreendedor ou pretende ser e não gosta muito de ligar a Tv porque só encontra notícias ruins, que tal se apegar aos seriados e de quebra se inspirar em grandes histórias de empreendedores?

Empreender é iniciar algo novo, é realizar novas ideias com criatividade e imaginação.

Ser empreendedor é sair da zona de conforto e partir direto para a ação. Para um empreendedor chegar ao sucesso é preciso ter imaginação, ser determinado, possuir habilidade de liderar uma equipe, ser organizado e conhecer processos de gestão.

Se você possui essas características, com certeza está na direção certa. Mas se por algum motivo ainda lhe falte alguns ajustes antes de partir para a ação, separamos seis dicas maravilhosas para você se inspirar e quem sabe se tornar um empreendedor extraordinário.

The Office

Com nove temporadas, a série teve fim no ano de 2013, mas serve como inspiração e ensinamento para as pessoas que procuram informações sobre o que devem e o que não devem fazer em suas empresas.

The office é um seriado que cita coisas importantes e valiosas, porém, com um ar cômico, o que pode ser uma extraordinária forma de se desligar do estresse sem deixar de aprender.

Para quem deseja se instalar no mundo dos negócios, o seriado pode ser uma ótima fonte de conhecimento, já que nele são abordadas questões sobre liderança e gestão.

O Sócio

Uma excelente série para aquelas pessoas que estão passando por grandes desafios dentro de suas empresas. A história se passa com um grande empresário que decide auxiliar empresas a se reestabelecerem no mercado. Normalmente essas empresas são pequenos negócios de família que são gerenciados e liderados incorretamente.

Durante toda a história, o empresário detecta falhas e guia os empreendimentos rumo ao sucesso. Já imaginou descansar e aprender um pouco mais sobre gestão e liderança?

Mad Men

Se inovação e criatividade são habilidades que fazem parte da sua rotina, Mad Men pode ser um seriado verdadeiramente extraordinário para somar ainda mais conhecimento e experiências ao seu modo de liderar e gerir.

A história se passa na cidade de Nova York, nos anos 60. Assistindo-a, você poderá conhecer um pouco da vida profissional de um diretor de criação no mercado publicitário. Nessa época, o mercado sofria grandes mudanças, por isso, a disputa por grandes cargos, poder e a ambição são temas desse seriado que tem muito a ensinar.

House Of Cards

Estratégia é a principal característica dessa série. Durante toda a trama o principal objetivo é conquistar um cargo de muito poder, a presidência dos Estados Unidos. Imagine o quanto de dedicação, estratégia e pulso firme para tomar decisões uma pessoa precisa para conquistar um cargo assim, e mais ainda para permanecer nele.

Com certeza é possível extrair muito conhecimento ao acompanhar os passos de Claire e Frank Underwood nessa trama que é um sucesso.

Meu Start

É Um programa que compartilha histórias inspiradoras e mostra aprendizados de grandes empreendedores. O principal objetivo é conseguir estimular as pessoas a empreender e mostrar que isso pode ser feito de forma leve e inspiradora. O programa estava disponível em rede aberta, acredita-se que os episódios possam ser encontrados no youtube.

Viu como pode ser simples aprender mais sobre liderança, gestão e empreendedorismo? Agora, em horários de lazer, assista um seriado e trabalhe sua performance como líder e empreendedor.

Gostou desse artigo? Curta e compartilhe nas redes sociais. Se preferir, use o espaço abaixo e deixe um comentário sobre a sua série favorita.

Fonte: Site IBC Coaching – ibccoaching.com.br
O Líder como administrador de conflitos

O Líder como administrador de conflitos

A Administração de Conflitos é uma constante na vida do Líder.

Os Conflitos estarão sempre presentes, onde quer que existam pessoas, independentemente de gostarmos ou não desta realidade.

Cada um de nós é hoje o resultado de suas experiências, motivadoras ou frustrantes, em diferentes intensidades e obtidas através das mais variadas situações.

Enquanto alguns foram amados de maneira incondicional desde os primeiros momentos de suas vidas, outros já cresceram enfrentando rejeições e dificuldades e muito cedo aprenderam que só poderiam contar com seu próprio esforço para sobreviver, física e emocionalmente.

Uma parte considerável da nossa energia criativa é gerada pela diversidade de crenças, ideias e valores que guiam os comportamentos humanos.
Mas, ao mesmo tempo em que essas diferenças pessoais podem ser positivas, quando mal compreendidas e pouco aceitas podem gerar sérios problemas de relacionamento.

No ambiente corporativo, os conflitos normalmente geram segregações, disputas, empobrecimento da comunicação, perda de motivação e enfraquecimento dos relacionamentos, entre tantos outros aspectos negativos.

Se esses problemas não forem administrados com habilidade e presteza, fatalmente irão impactar o moral das equipes, o ambiente trabalho e, como natural consequência, os resultados da Organização.

O papel do Gestor de Pessoas, do ocupante de qualquer cargo de comando, é crucial quando do aparecimento de conflitos de qualquer natureza. Além de, evidentemente, não ter o direito de ser, ele mesmo, gerador de situações conflituosas, o Líder deverá atuar de maneira pronta e eficiente para aproximar pessoas, eliminar atritos e assegurar um ambiente propício para a produtividade e a lucratividade.

Um dos maiores geradores de conflitos é o fato de que as pessoas conhecem pouco sobre si mesmas… Elas simplesmente desconhecem quais serão suas reações conforme as diferentes situações às quais poderão, a cada dia, ser expostas.

Carl Jung disse, certa vez, com muita propriedade, que “nossa visão só ficará clara quando olharmos para dentro de nós, pois quem olha para fora, sonha, enquanto quem olha para dentro, desperta”.

A fofoca no ambiente de trabalho também deverá ser objeto de constante policiamento por parte dos ocupantes de cargos de Liderança, pois é um outro fator de desagregação da Equipe de trabalho. “Muitos problemas seriam evitados se falássemos “um para o outro”, ao invés de “um do outro”…

Existe um outro importante conceito, que nos é trazido por Stephen Covey, grande estudioso das relações humanas e o criador do “best seller” Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. Ele nos ensina que, ao invés de procurarmos ser compreendidos, deveríamos procurar, antes, compreender os outros.

Inúmeros conflitos poderiam ser evitados se apenas praticássemos o hábito da Empatia, procurando compreender as razões que levam as pessoas a defenderem certas ideias, como também porque é que nos tratam de determinadas maneiras.

Quando buscamos compreender o outro, manifestamos um profundo respeito pelas suas convicções e aumentamos enormemente a nossa capacidade de entender os seus comportamentos.

De qualquer maneira, não podemos encerrar esta nossa rápida passagem por tão importante tema, sem dizermos que o conflito, não é necessariamente, maléfico para o alcance dos nossos objetivos profissionais.

Às vezes, evitar confrontos pode piorar a situação. O confronto pode, eventualmente, ser resolvido de modo positivo para ambas as partes, revelando-se uma oportunidade para fortalecer determinados relacionamentos profissionais.

O que tem de ser garantido é que o confronto deverá cercar-se de respeito e consideração pela outra pessoa e que a discussão de diferentes pontos de vista deverá buscar os melhores interesses das partes envolvidas.

Com a providencial ajuda de John Maxwell, seguem abaixo as 10 orientações para o estabelecimento do que podemos chamar de “Confronto Positivo”:

  • Confronte o mais rápido possível;
  • Aborde a ação errada, e não a pessoa;
  • Confronte apenas o que a pessoa pode mudar;
  • Dê à pessoa o benefício da dúvida;
  • Seja específico;
  • Evite o sarcasmo;
  • Evite palavras como “sempre” e “nunca”;
  • Se for apropriado, diga como você se sente em relação ao erro;
  • Dê à pessoa uma estratégia para consertar o problema;
  • Trate a pessoa como um amigo(a).

O “Confronto Positivo” é um sinal certo de que você se importa com o outro e age em benefício dele.

Marcos Kraide é Palestrante, Coach e Empresário. Ele acredita que o relacionamento humano é essencial para o sucesso organizacional
Meia Tonelada e uma Lição

Meia Tonelada e uma Lição

Meia Tonelada e uma Lição

Recentemente fui conhecer o Centro de Treinamento Equestre Extrema, um local que oferece vários tipos de serviços relacionados a cavalos. Meu papel, naquele dia, era fazer uma consultoria estratégica para eles, mas tudo se inverteu e saí de lá com um grande aprendizado.

Ao chegar no local, o Sr. Walter Filho, CEO do CTEE, estava à minha espera, assim que desci do carro começamos uma agradável conversa. Walter me mostrou todas instalações e comentou sobre um de seus assistentes, Júlio.

Mais ou menos 30 minutos se passaram e vejo no horizonte, um rapaz trazendo um cavalo marrom escuro, da cor de ébano, um lindo exemplar. Aquele rapaz era o Júlio, e estava trazendo uma égua de 2 anos e meio e que acabara de ser entregue pelo seu dono aos cuidados do CTEE para ser domada e treinada.

Walter não pensou duas vezes e já me convidou para assistir ao famoso processo de DOMA RACIONAL ou DOMA INTELIGENTE, que se baseia nos princípios e conhecimentos de Monty Roberts, um famoso americano conhecido como encantador de cavalos. Walter foi seu aluno na escola Flag is Up Farms na Califórnia.

Apenas quinze minutos foram necessários para Walter conseguir transformar uma égua “chucra” em um animal obediente aos seus comandos. Com simples exercícios, porém de extremo conhecimento sobre o animal e de maneira silenciosa a égua passou a segui-lo e enxerga-lo como o líder de sua tropa.

Concluída a sessão, começamos a conversar e Walter relacionou seu trabalho como a de um líder empresarial. Muitos “chefes” agem de maneira inapropriada, ao usar do poder, para fazer seus funcionários trabalharem. Muitas vezes o líder não sabe dizer aos funcionários o que espera deles, não comunica de forma eficaz o devido fazer e nem o porquê dele. Não basta impor sua vontade perante aos trabalhadores, e sim incentivá-los, mostrar que você está ali para prover direções ao seu subordinado e cabe a ele escolher por conta própria o que fazer.

Explicou que o cavalo tem que tomar decisões de maneira muito mais rápida que o ser humano, já que é uma presa e pode ser atacada por predadores em seu meio natural. “O cavalo tem que decidir rapidamente se aquilo a frente é uma ameaça ou não” diz Walter.

Se você é gestor, empreendedor, supervisor ou exerce qualquer cargo de liderança, você deveria repensar seus conceitos e entender o método de liderança racional. Se você usa do seu poder conferido pelo seu cargo para coagir pessoas a fazerem o que você deseja, você não é um bom líder. Talvez você veja resultados ao verem seus subordinados trabalhando para você e obtendo os resultados que você quer, mas entenda que provavelmente eles não estão fazendo nada a mais do que lhes foi ordenado. Quando um chefe deixa de ser chefe e se torna um líder, as pessoas param de simplesmente fazer o que foi ordenado e passam a trabalhar e obter seus resultados por vontade própria e não por uma “chibata em seu lombo”.

 

Douglas Carvalho é Empresário e Palestrante. Ele acredita que as melhores decisões são feitas através da criação e análise de indicadores de performance.